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	<title>BTTveredas &#187; Mobilidade</title>
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	<description>Blog sobre btt e não só!</description>
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		<title>Trampe &#8211; Elevador para bicicletas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 21:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mike</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[bicycle lift]]></category>
		<category><![CDATA[elevador para bicicleta]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ter lido o artigo sobre UMA BOLEIA PARA A BICICLETA no azuribike, não resisti a pesquisar mais sobre o assunto e a fazer um post sobre esta brilhante ideia &#8220;made in Noroega&#8221;. O Trampe é o primeiro elevador do mundo desenhado para bicicletas, o prototipo foi fabricado em 1993 na cidade Trondheim, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bttveredas.com/wp-content/uploads/2008/11/trampe_desenho.jpg" rel="lightbox[655]"><img class="size-medium wp-image-765 alignleft" title="trampe_desenho" src="http://www.bttveredas.com/wp-content/uploads/2008/11/trampe_desenho-300x130.jpg" alt="" width="300" height="130" /></a></p>
<p>Depois de ter lido o artigo sobre <a href="http://azuribike.blogspot.com/2008/09/uma-boleia-para-bicicleta.html" target="_blank">UMA BOLEIA PARA A BICICLETA</a> no azuribike, não resisti a pesquisar mais sobre o assunto e a fazer um post sobre esta brilhante ideia &#8220;made in Noroega&#8221;.</p>
<p>O Trampe é o primeiro elevador do mundo desenhado para bicicletas, o prototipo foi fabricado em 1993 na cidade Trondheim, e continua a funcionar.</p>
<p>Para se poder usar este elevador têm de se comprar um cartão que tem um determinado numero de viagens, o valor pago pelo cartão pode ser descontado depois no alguer de uma bicicleta.<span id="more-655"></span></p>
<p>Para &#8220;apanhar boleia&#8221; do elevador é coloca-se um pé fora da bicicleta, introduz-se o cartão, e carrega-se no botão. Ao carregar no botão &#8220;sai&#8221; uma plataforma onde se coloca o pé, essa plataforma ao deslocar-se é a nossa boleia&#8230;</p>
<p>Deixo-vos aqui mais algumas fotos e um vídeo que mostra o sistema em acção.</p><div class="ngg-galleryoverview"><div class="slideshowlink"><a class="slideshowlink" href="http://www.bttveredas.com/trampe-elevador-para-bicicletas/?show=gallery">[Show picture list]</a></div>[[Show as slideshow]]</div>
<div class="ngg-clear"></div>
<p>Para mais informações podem consultar o site oficial desta &#8220;coisa&#8221; em: http://www.trampe.no/</p>
<p>
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		<title>Código da Estrada é o principal travão ao uso da bicicleta</title>
		<link>http://www.bttveredas.com/codigo-da-estrada-e-o-principal-travao-ao-uso-da-bicicleta/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 00:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mike</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta cidade]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta codigo estrada]]></category>

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		<description><![CDATA[A bicicleta como meio de transporte tem vindo a ganhar adeptos. Apesar das preocupações ambientais, do aumento dos combustíveis e da procura de uma vida mais saudável, apenas 1% anda de bicicleta. Não há motivo aparente para tão fraca adesão, isto apesar de aos fins-de-semana ser normal ver grandes grupos de cicloturistas e praticantes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bttveredas.com/wp-content/uploads/2008/10/bicicleta_cidade.jpg" rel="lightbox[572]"><img class="alignleft size-medium wp-image-573" title="bicicleta_cidade" src="http://www.bttveredas.com/wp-content/uploads/2008/10/bicicleta_cidade-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a></p>
<p id="NewsSummary">A bicicleta como meio de transporte tem vindo a ganhar adeptos. Apesar das preocupações ambientais, do aumento dos combustíveis e da procura de uma vida mais saudável, apenas 1% anda de bicicleta.</p>
<div>
<p>Não há motivo aparente para tão fraca adesão, isto apesar de aos fins-de-semana ser normal ver grandes grupos de cicloturistas e praticantes de BTT. Aliás, qualquer prova de cicloturismo reúne, normalmente, mais de dois milhares de participantes.</p>
<p>O perfil de muitas das nossas cidades também não é impeditivo da utilização da bicicleta nas deslocações casa/trabalho. &#8220;A técnica há muito que resolveu esses problemas. Até as mais pequenas bicicletas desdobráveis já têm três velocidade no cubo e vencem qualquer subida. Além de que já há muita gente que as leva na bagageira do carro. Estacionam onde houver lugar e vão para o emprego de bicicleta&#8221;, sublinha José Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicletas (FPCUB).</p>
<p>José Caetano encontra outras explicações para nos encontrarmos na cauda da Europa no que diz respeito à utilização diária da bicicleta. A principal das quais dá pelo nome de Código da Estrada (CE). A bicicleta, diz o presidente da FPCUB, &#8220;não está ser encarada como um modo de transporte&#8221; e o CE &#8220;é um grande obstáculo a quem quer usar a bicicleta&#8221;, veículo que quase nunca tem prioridade.</p>
<p>&#8220;Parece que ainda não percebemos o que está a acontecer com o preço dos combustíveis. Penso que, até por razões económicas, mais tarde ou mais cedo teremos de optar pela bicicleta&#8221;, refere José Caetano.</p>
<p>Para Ana Pereira, da &#8220;Cenas a pedal&#8221;, uma empresa que se dedica à comercialização, on-line, de bicicletas e acessórios, o Código de Estrada, é o &#8220;inimigo&#8221; principal das duas rodas.</p>
<p>&#8220;É a questão da prioridade, que nos prejudica bastante e, também, a obrigatoriedade de circularmos pelas ciclovias ou faixa cicláveis, que muitas vezes não estão nas melhores condições. Por outro lado, aumentam o número de cruzamentos&#8221;, refere Ana Pereira.</p>
<p>Há, efectivamente, especialistas em mobilidade que apontam diversos aspectos negativos às ciclovias, como o aumento dos cruzamentos, que é onde ocorrem 95% dos acidentes com ciclistas. Por outro lado, o traçado das cidades dificulta a implantação de ciclovias e cria um relacionamento conflituoso com os peões.</p>
<p>Polémicas e estatísticas à parte, certo é que o ciclismo de lazer tem aumentado de uma forma sustentada, não sendo descabido pensar que muitos dos praticantes se poderão facilmente render aos benefícios da bicicletas como meio de transporte diário.</p>
<p>Jorge Mário, da CicloCoimbrões, destacou que a grande moda são as bicicletas desdobráveis. &#8220;Metem-se na mala do carro e podem ser utilizadas em qualquer altura. Os preços variam entre os 190 e os 380 euros [quadro de alumínio]. O que continua a vender-se bem são as bicicletas mais caras, para BTT e outras modalidades, como a BMX, que custam mais de seis mil euros&#8221;, refere Jorge Mário. Para as voltas da cidade chegam 300 euros.</p>
<p>Se tem dinheiro e só lhe falta a vontade, siga o exemplo de José Caetano: &#8220;Quando tive a &#8220;crise&#8221; dos 40 deixei de fumar e de beber e comecei a andar de bicicleta. Hoje, com 65 anos, sinto-me com mais saúde e energia do que quando tinha 30 anos&#8221;.</p>
<p>Noticia Publicada em: <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1022329" target="_blank">Jornal de Notícias</a></p>
</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
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